quinta-feira, 20 de maio de 2010

Maior consumidor de maconha legalmente.


Uso médico de Cannabis no Brasil

Quando o corretor Irvin Rosenfeld descobriu que sofria de um câncer raro nos ossos, não imaginava que um dia a sua doença o levaria a entrar no "Guiness Book". Ele é citado como a pessoa que mais usou maconha de forma legal; isso graças ao tratamento com a Cannabis sativa, oferecido nos Estados Unidos. 


Desde 1981 ele já fumou mais de 115 mil cigarros de cannabis medicinal, o que dá uma média de 10 a 12 por dia. No caso de Rosenfeld, a maconha é remédio, com ação relaxante muscular, anti-inflamatória e analgésica. Embora o uso medicinal da maconha tenha aumentado em muitos países, ainda está cercado de polêmica e entraves legais. Como mostramos no dia 27 de abril, o tema será discutido em São Paulo num simpósio internacional organizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid/Unifesp), nos dias 17 e 18 de maio. Em pauta está a criação da Agência Brasileira da Cannabis Medicinal.




Em países como EUA, Canadá, Reino Unido, Holanda, França, Espanha, Itália, Suíça, Israel e Austrália a maconha é parcialmente permitida para uso medicinal, devido aos efeitos de seu princípio ativo, o THC (sigla de tetrahidrocanabinol).


Em 14 estados americanos a planta é liberada, com restrições, para aliviar sintomas de doenças, incluindo danos por câncer, Aids, glaucoma, mal de Alzheimer, dor crônica severa, perda de apetite, artrite, distrofia muscular, esclerose lateral amiotrófica e fraqueza extrema (a caquexia). E o acesso ficou mais fácil depois que o presidente Barack Obama aprovou a nova política antidrogas. Ela respeita as legislações estaduais que permitem o consumo legal de maconha com receita médica.
Vi Aqui!

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